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Chamas que nunca se esquecem

15.10.2022

Foi há cinco anos que os incêndios de 15 de outubro deixaram um rasto de destruição por três dezenas de concelhos de seis distritos da Região Centro. 50 pessoas perderam a vida, 70 ficaram feridas, 823 habitações e mais de 500 empresas ficaram destruídas.


Os prejuízos foram avultados na agricultura e na agropecuária, com a destruição de extensas áreas de floresta e a morte de milhares de animais.


Passaram cinco anos e ainda existem várias perguntas por responder. Mas a que impera neste momento é: ‘o que mudou nestes anos?’. 

 

O futuro ainda ninguém o conhece, mas já cria alguma controvérsia. De um lado, estão os que acreditam que melhores dias virão, mas também existe o revés da moeda.

 

Para uns, foram cinco anos de aprendizagem, para outros foi uma mão cheia de nada e ainda não vêem luz ao fundo do túnel. Depois, há que viu um concelho ser completamente destruído e faz um apelo –  para que não se desista do interior.

 

O que passou passou, mas para quem viveu a catástrofe de perto há ‘chamas que nunca se esquecem’.